segunda-feira, fevereiro 28

Tremenda dor nas costelas.
Mandei um Dorflex pra dentro e pensei cá comigo: "As coisas que eu preciso ir na rua comprar são realmente urgentes?".
Uhm...
Hoje não. São todas para amanhã.
Preciso então sair de casa agora?
Não.
Assim sendo, existem duas horas de espera até eu precisar pegar a filha no colégio.
Eu poderia trabalhar, mas...
...Meu trabalho é urgente?
O de hoje eu já acabei.
Então não.

O martelo foi batido.
Resolvi ver um filme e esperar o Dorflex bater.
Esperar...
Como eu tenho feito isso ultimamente.
PHD, brother...

domingo, fevereiro 27

Bad trip, teu nome é Renata

Quando vi o dever de casa - "Faça a linha do tempo da sua vida" - logo vi que aquilo não ia dar certo.
Para sair direito, eu, a mãe, seria obrigada a rever fotos, fuxicar o passado.
E eu odeio fuxicar o passado.
Cancerianos são rancorosos, fato.
Então, muitas coisas, apesar de resolvidas, ainda despertam emoções se você  bolir com elas.
Então, veio... Bateu a onda.
Como eu já fui mais magra, mais bonita, com um cabelo melhor...
Como eu já fui feliz, amada...
Vi pessoas que hoje não são mais minhas amigas, vi amores que hoje eu quero longe de mim pra sempre...
Lembrei de coisas que eu acreditava, fazia, pensava...
Como a vida muda, a gente cresce e definha mesmo.
Não foi bom pra mim esse dever de casa.

Assim como eu implico com aquela coisa do "aonde você imaginar estar daqui há 10 anos" - que, vamos lá, é um desperdício de imaginação, uma vez que semana que vem todos os seus planos podem levar você ribanceira abaixo ou acima - rever imagens e coisas e pessoas do passado nem sempre faz bem.

Meu cabelo está horrível.
Ando pensando o que posso fazer com ele para melhorar.
Estou gorda.
O mais gorda que já estive desde que a minha filha nasceu.
Há mais de um ano tento de todas as formas emagrecer - se engana quem diz que é só fazer dieta, a genética é uma filha da puta malvada, fora a idade - e o efeito, por enquanto, foi contrário.
Estou morta de mal amada.
TODOS, todos os meus últimos pseudorelacionamentos ou foram com pessoas que já haviam me dado um pé antes, ou não passaram do segundo, terceiro encontro.
Profissionalmente, estou estagnada e com medo deste semestre - que deveria estudar, mas, até agora, nada.

Ou seja.

E ainda fui olhar pra trás...
Desde Ofeu e Euridice a gente já devia ter aprendido que olhar pra trás não dá bom resultado.

quarta-feira, fevereiro 16

Gênio

Semana passada:


- Mãe, o que é encarar?
- Encarar é quando você fica olhando pra alguma coisa assim ó... (Encarei.)

Ontem à noite, quando percebi que teria que cozinhar:

...- É, minha filha, amanhã a mamãe vai ter que encarar o fogão...
- Você vai ficar olhando pra ele?

sexta-feira, fevereiro 4

Back to 16

"I must reverse my life
I can't live in the past
Then set my soul free"

Ele, de novo

"Sexta, 4 de fevereiro de 2011


Mercúrio entra em aquário e você vai preferir ficar quietinho dentro de você. "

Já desconfiava...

quinta-feira, fevereiro 3

No mais, tá tudo bem...

Tudo vai bem...
Primeiro dia de aulas da criança foi um sucesso.
Irmão acampado vem me fazendo companhia - ele já entendeu com todas as letras que a irmã está meio na merda e tem sido mega atencioso, hoje tive um pouco de pena de a mais velha ter sido eu e não ele; eu não fui uma boa irmã mais velha, ele é.
As contas estão em dia.
Só falta eu conseguir voltar à minha amada e velha rotina, ao "todo dia ela faz tudo sempre igual"; e estudar.
Estou inquieta, e, mesmo com as coisas indo bem, continuo infeliz.
Pondo toda minha fé e boa vontade na semana que vem e no resto do ano...

P.S - Gostei do abraço, mas não gosto de anônimos.
"Quem me ouve pode até imaginar que a minha vida é uma sucessão de casos e aventuras, o que não é verdade. A maior parte do meu tempo passo (...) fazendo serviços domésticos, indo ao supermercado (...). Relacionamentos amorosos ocupam a menor parte da minha agenda, mas duvido que alguém parasse para saber das minhas peripécias na lavanderia ou na farmácia. A minha não é uma vida de exemplos edificantes que mereçam ser contados (...). De tão banal que eu sou, meu assunto é sempre o mesmo."
Claudia Tajes

domingo, janeiro 30

...

Voltei de viagem hoje.
Outra.
A última por alguns meses, se tudo der certo.
Então aparece um muro - estávamos em Maguinhos - onde estava escrito:

O que realmente você quer para a sua vida?

Faz anos que eu não gosto muito de voltar de viagem.
Hoje, já estava não gostando quando vi essa frase.
Engraçado como a gente descobre frases "filosóficas" nos lugares mais esquisitos...

Antes de ler, já estava pensando...
Pensando nas coisas que eu tenho a fazer, resolver...
No meu coração, tão fudido, tão machucado...
E, quando eu vi a frase, pela primeira vez, não quis voltar pra casa mesmo.
Pela primeira vez, a imagem de que amanhã era segunda, da eventualidade de re-sol-ver , dis-cu-tir, chutar pra escanteio ou cair de cabeça no cimento coisas que doem - pela primeira vez, o conjunto dessa obra me fez chorar.
Pensei no meu emprego, e o quanto eu preciso melhorar isso.
No quanto fiquei chateada com o pensamento que para que eu pudesse bancar um fim de semana assim sozinha, seria preciso, no mínimo oito a dez meses de economia.
Tive um ataque de solidão.
Ainda que estivesse com a minha mãe a minha filha, a solidão pairava sobre mim, forte e densa.
Pensei na situação que, mais uma vez, eu abri para que acontecesse. No que eu deveria fazer, como podeira consertar...
Até chegar à conclusão que não tem conserto.
E que eu não sei se sou forte o suficiente para resolver sozinha.

Então eu chorei.
Quis ir embora, não ter que voltar.
Achei o mundo injusto, Deus um sacana, uma dor no peeeeeeitooooooooooo...

No meu colo Olívia dormia, do meu lado, um casal pós-adolescente discutia  se exceção tinha cedilha ou dois esses...

E, do alto da minha solidão, ninguém nem me ouviu chorar ou vai vir aqui me abraçar...

segunda-feira, janeiro 24

Já volto.

quinta-feira, janeiro 13

Do Egoísmo

Hoje foi um dia.

Um dia daqueles de criança em casa de férias, mãe tendo que cozinhar para o mês, em que a máquina de lavar quebrou de novo – como tem acontecido todos os meses desde o ano passado – transformando a cozinha num mar não exatamente muito limpo, em que o boy ia passar para pegar os cheques do hotel fazenda, em que o único livro que faltava da tão temida lista de material escolar chegou na livraria, em que entre uma e outra atividade, foi possível terminar de ler mais um livro; e que, ainda por cima, trabalhar era preciso.

Na internet pipocavam notícias nos jornais e comentários de um ou outro amigo.
Na secretária, uma mensagem do pai dizendo que ele estava bem.
O primeiro pensamento foi: “Ai, claro que está...”.
E assim seguiu mais um dia quase normal dentro desta casa.
Pouco depois das oito da noite, outro telefonema – este prontamente atendido.
O mesmo pai do recado na secretária reiterava que ele estava bem, que lá estavam todos bem, e começou a contar o que havia acontecido...
Ainda na minha pré adolescência, meu pai resolveu se mudar para o interior do estado. Mais precisamente Areal – uma cidadezinha pouco depois de Petrópolis, com duas ruas para cima e duas para baixo.
Antes de ser a casa dele, foi a casa da minha bisavó mais querida.
O lugar que na infância era mágico; na adolescência muito, muito chato para uma garota de cidade grande; na fase adulta, praticamente esquecido, uma vez que adultos correm demais, fazem coisas demais e nunca, nunca têm tempo sobrando para nada.
Ainda assim, sempre foi um lugar que “cheirava”, lembrava, era família para mim.
Um dos poucos lugares que, salvo uma ou outra alteração mínima, era imutável.
Ainda ontem pensei que estava na hora de fazer a minha visita anual a esta família.

Então hoje, pouco depois das oito da noite, soube que pontes caíram, as ruas ficaram com 1,5m de água, prédios sucumbiram, o rio subiu, a represa ameaçou ruir e a minha família que mora lá teve que deixar sua casa com a roupa do corpo.
Só então eu entendi.

Chuvas sempre houveram – e, por isso, me parecia normal que estivessem todos bem.
Telefones sempre ficaram mudos e energia sempre faltou desde que eu me entendo por gente e vou para aquela casa.
Já vi o rio encher, mas nunca, jamais, na proporção que aconteceu desta vez.
Até agora eu ainda não sei – eles ainda não sabem – como esta casa estará amanhã.
Ninguém morreu, graças a Deus.
De certa forma, sinto-me profundamente egoísta em estar pensando que meu mundo imutável não mais existe – ele vai ter que ser reconstruído e jamais será igual ao que era antes.
Sinto-me egoísta por ter usufruído tão pouco deste mundo nos últimos anos, por sentir uma tristeza que, nem de brincadeira, se compara à dos que perderam casa & família; uma tristeza que a minha família que constituiu família lá há de sentir o seu lar devastado; que eu sequer posso imaginar a magnitude.

Hoje, meu mundo mudou, de repente, pouco depois das oito da noite.
Foi tanta corrida, compromisso, pensamento, adultabilidades afins, que deixei de perceber.
E agora eu sinto muito.

sexta-feira, janeiro 7

2010...

...Foi um ano medíocre.
Fedido.
Dolorido.
Com chulé.
Daqueles que eu VOU esquecer.

(Chegou a me ocorrer até não mais escrever...)

Em virtude de todos estes sentimentos negativos em relação aos 12 meses passados, este ano vou zerar as listas agora, em Janeiro, a fim de não prolongar mais a mediocridade.

Ainda não sei bem por quê - não tive nem motivos ainda - mas ponho fé em 2011.

terça-feira, dezembro 21

...E a criança que andava numa TPM infantil from hell até hoje de manhã, de repente, mudou de humor, comeu direito e está me cobrindo de beijos...
Estraaaaaaaaaaanho...

Nunca faça hoje...

O dia foi muito bem sucedido.
Criança de férias, companheira de bate perna, um calor infernal no Rio de Janeiro e todas as tarefas cumpridas à perfeição: clínica, almoço com pai + irmãos, compra do último presente de natal, trabalho, e-mails, jantar pronto.
Sento-me na sala para jantar.
Lei e Ordem na tela da tv.
Meus olhos, porém, não conseguiram fixar foco na trama de assassinatos e sacanagens que os humanos cometem todos os dias... Vagaram pela mesa, pelo banco, pela estante, pela varanda...
De tarde eu já tinha começado a sentir um comichão pela Grande Faxina.
Lavei meus pinguins de geladeira na esperança de que isso servisse de engodo ao comichão.
Não serviu.
Os olhos foram registrando e mandando para o cérebro todas as tarefas de limpeza, arrumação e embelezamento do barraco que preciso executar urgentemente.
O comichão está se transformando em Comichão.
Mas hoje foi um dia bem sucedido, a coluna dói e está um calor de rachar.
Resolvi terminar um livro.
Coisa que também não faço há muito tempo.

quinta-feira, dezembro 9

...Enquanto isso em Gothan City...

"Mãe, beijo na boca é nojento?"

Uhmmmmm...
Sim, o interesse começa a aparecer e com ele as perguntas - Aquelas que as mães temem, suam frio, e que, aparecem sempre nas horas mais inesperadas e impróprias.
Passado o susto, ponderei.
Essa é uma questão que tem duas respostas.
Por um lado, se a gente levar em conta a quantidade de bactérias que existem dentro de uma boca e que cuspir e lamber as pessoas aleatoriamente são práticas categorizadas como nojentas, então beijo na boca é nojento, sim, uma vez que o que você faz é trocar saliva com um outro indivíduo.
Por outro lado, quando você quer uma pessoa e existe um sentimento, por mais fugaz que ele seja, beijar aquela pessoa é algo semelhante ao paraíso. Parafraseando George Michael, "Heaven is a kiss and a smile".
Assim sendo, assim expliquei - não com estas palavras, mas a idéia era essa.

"Você beijava na boca aquele seu namorado, né mãe?"

Sim, eu beijava... Mal sabe ela dos beijos da mãe...
"Beijei seu pai, inclusive."
"VOCÊ BEIJOU MEU PAI?!?" - absolutamente espantada com a surrealidade da afirmativa.

É, nessa próxima etapa a gente ainda não chegou...
Ainda não faz o menor sentido que a mãe tenha beijado algum dia o pai e que o resultado disso tenha sido ela.
Graças a Deus, porque eu ainda preciso de mais uns dois anos pra poder responder essa aí...

quarta-feira, dezembro 8

Hoje eu fiz...

...Pela primeira vez desde que me lembro.
A primeira vez que eu realizei, foi numa peça de teatro. Nunca achei que um dia fosse fazer.
Mas hoje estava eu lá...
Foi um dia punk pauleira.
Têm sido semanas punk pauleira - Joãozinho Podre perde feio.
Metade do dia trabalhei chorando, o pensamento no despertador tocando às 4 e meia da manhã e no pouco tempo que eu ia ter para dormir, um cansaço inominável e imensurável da vida e tudo que a cerca, atravessando a rua num passo rapidinho, eis que...
...Eu tenho cara de Guia Michelin, então, uma senhora me pára e pergunta por uma rua - isso acontece pelo menos uma vez por dia quando eu resolvo ir à rua - eu respondo:
- Blablablablabla, tem uma rua, a senhora não entra...
Pronto! Tava eu fazendo.
Sem querer, me saio com a coisa de "tem uma escada, a senhora não sobe", espalhei a minha confusão em direção ao domínio alheio.

A minha confusão anda cheia de percepções, cansada e confusa.
As percepções variam desde o nível genético - como a aceitação de que não importa que roupa eu use, sempre vai aparecer a alça do sutiã - a cansada vai desde a extrema infelicidade de estar lendo 3 livros ao mesmo tempo e não conseguir terminar nenhum, conjugada com a falta, falta, falta de tempo e a derrota de uma mãe que não resiste ao poder de um filho quando ele quer brigar com ela; o confuso abrage não poder postar um "hoje pensei em você", visto que a frase atingiria mais de uma pessoa, ainda que nenhuma delas seja a pessoa em que eu havia pensado no momento. Um pensa em mim, um não pensa, outro eu não sei, nenhum deles me dá futuro e aquele em quem eu pensei, nem sei por que ainda penso, se me causa tanta dor.

Hoje eu queria postar letras de músicas românticas nos outros lugares, queria uma porrada de outras coisas.
Tomei 3 cervejas, me despedi de quem devia, vou tomar fôlego e ir dormir o pouco que ainda posso.
Hoje não existiu felicidade.
Mas 2010 não foi feito de felicidades, muito pelo contrário.
Eu acabei com ele, mas ele não acabou comigo.

Amanhã outro avião.
Eu volto.
E na escada, não desço.

terça-feira, novembro 30

Bingo!

"Tenha cuidado, Renata, entre os dias 30/11 (Hoje) e 17/12, com um certo sentimento de menos-valia e com pensamentos e atitudes que lhe levam a diminuir sua auto-estima, pois nesta fase o Sol estará se opondo à Vênus do seu mapa de nascimento. Este não é um trânsito particularmente forte, mas pode estar relacionado com uma tendência a enveredar por caminhos de autocrítica excessiva, com você se colocando em situações e circunstâncias em que sentirá inadequação ou desvalorização pessoal. Reconhecendo esta tendência antecipadamente, você pode evitar se expôr. Não permita que os outros lhe diminuam, mas saiba conscientemente que se alguém faz isso, é porque você se coloca em posição de permitir tal coisa!E, mais especificamente entre os dias 30/10 e 09/12, a Vênus em trânsito também estará afligindo o seu Sol natal, Renata, reforçando mais ainda esta predisposição a se colocar em situação de rebaixamento. Outra possibilidade para este período envolve o risco de você se envolver em problemas que são de uma futilidade sem igual, ou seja, dedicar energia e bobagens. Procure avaliar criticamente para onde você direciona a sua atenção, Renata!"



(Eu ando lacônica, eu sei)

sexta-feira, novembro 26

Remake

Eu pedi.
Eu chamei.
Quase implorei - porque, felizmente eu já passei dessa fase, então fica tudo só aqui dentro da minha insana cabecinha.
Depois ele vai reclamar.
O deja vu é sinistramente sinistro e eu sinto cheiro de coisas não muito boas no ar.
Mas, eu já me enganei uma vez este mês.
Além de insana, a cabecinha está ficando confusa, fazendo nó de escoteiro.

Odeio remake.

Só Freud mesmo pra explicar por que diabos continuo fazendo.

Senta e chora

"Sol e Lua entram em ângulo harmônico entre os dias 26/11 (Hoje) e 28/11, Renata, agindo diretamente sobre as casas 10 (Sol) e 6 (Lua), o que favorece muito todas as questões práticas do seu dia-a-dia. Você se perceberá com muito mais organização por estes dias, conseguindo dar uma ordem às questões que lhe são caras e importantes. Estes são dias em que a responsabilidade chama, e você precisa dar ouvidos a estes chamados. Procure se dedicar aos seus afazeres importantes, deixando as questões românticas ou de lazer um pouco de lado por estes dias. Por várias razões, o astral está lhe dirigindo para o trabalho e a produção, seja profissional, seja estudantil."

quarta-feira, novembro 24

Hoje...

...Tudo que eu quero é agarrar meu bebê e ficar com ela junto de mim...

Ontem começou.
Primeiro, ela virou pra mim e disse que quando eu morresse ela ia poder fazer tudo o que ela quisesse - por que eu não quis deixar ela brincar no pátio do colégio debaixo de chuva.
Depois me chamou de bruxa - por que eu não quis deixar ela dormir na minha cama.

O pau comeu.

Minha mãe quando soube riu de se acabar.
Ela também já passou por isso.
Eu sei, assumo e tenho muita vergonha.

São momentos inevitáveis da vida.

Então hoje, lendo as notícias - que andam tão ruins - bateu aquele aperto no peito.
Bateu a vontade de ter ela aqui, protegida e criança e linda e sem saber das agruras do Mundo, debaixo da minha asa.
E não sair mais.
Só ficar aqui.
Com ela.
Esperando tudo de ruim passar e esperando só as boas coisas que ainda hão de vir.

terça-feira, novembro 23

Eu tenho...

Uma bolha no dedo mindinho do pé, um roxo na coxa esquerda, um nariz arranhado, um monte de roupa limpa pra guardar, louça pra lavar, trabalho pra terminar, jantar pra fazer, seriado pra ver, livro pra terminar, projeto pra escrever, que passar no mercado e 4 fantasias pra costurar.

Hoje eu trocava meu sirviço de casa, minhas ideologias e crenças pessoais facinho, facinho por um trabalho dentro de um escritório de verdade.

E o pior é que eu nem posso parafrasear o amigo que brada no MSN : "Compro horas extras pro meu dia", porque eu nem ando podendo comprar nada...