domingo, maio 16

Meu pano, meu livro e eu

A correria continua.
E a semana, de novo, passou mais rápido do que eu fui capaz de registrar.
Uma hora era segunda-feira, de repente, já era sexta, acabou, fim.
Continuo firme, forte e religiosa na dieta.
Agora, no lugar da depressão de não poder beber minha cervejinha dos finais de semana ou de ter que seguir um cardápio providencialmente pregado na parede da cozinha, começa a sensação de que vou passar um bom tempo neurótica para não ganhar de volta os quilos que estou perdendo - ainda que sejam poucos.
Quem nunca teve esses problemas, não sabe a sorte que tem, na boa.
É preciso uma certa grana e uma dose grande de vocação para conseguir fazer essas coisas.
Assim sendo, continuo firme e forte também na minha decisão de ficar exilada quietinha durante o processo - o que não é mal.
Passei o fim de semana tomando banhos de banheira - ontem, inclusive, fiz que nem nos banhos de filme: eu, meu livro e uma taça de vinho (a única cota de álcool permitida no cardápio por semana). Muito mulher resolvida e feliz numa noite de sábado.
E ontem foi um bom dia.
Inacreditavelmente, acordei, me forcei a ir para a academia, já que sexta não foi possível. Na volta recebi visita e depois fui assaltada pelo cabloco arrumador.
Passei metade do meu dia trepada em escada, limpando em cima de armário, ventilador de teto, varrendo, passando pano, frenética.
Realmente, a promessa de Dona Moça que eu me sentiria mais bem disposta está sendo cumprida, mas eu vou precisar conversar com ela sobre isso, porque se a disposição valer só pra faxina, acho que é bom a gente rever esse conceito.
Já à noitinha, por culpa da faxineira emprestada pela mamãe, que largou a caixa de forra fogão vazia na despensa, fui à rua. Mas, ao invés de me ater ao papel alumínio com um buraco no meio, acabei comprando um escorredor novo, fazendo farmácia, enfim, gastando algum dinheiro fora. Me premiando, prefiro pensar.
De que adianta também, juntar um pouco dinheirinho para arrumar a casa, se eu resisto em gastar esse dinheirinho?
Na hora da banheira, me sentia uma mulher realmente realizada.
A casa limpa de novo, me trouxe um prazer que há tempos eu não sentia.
Como eu mesma já esperava, mais da metade dos meus outros planos para o final de semana não encontraram tempo na agenda para serem realizados, inclusive ir ao cinema.
Não teve almofada.
Não teve livro novo.
Também não consegui terminar o livro em curso, mas fico feliz que faltem só 200 páginas (tem 902).
Enfim, às vezes, um paninho com Veja, um bom livro e a nossa prórpia companhia bastam pra ser feliz.

domingo, maio 9

Novo sonho de consumo novo

Cá estava eu, fazendo uma pesquisinha básica antes de ir almoçar com mamãe.
Eu queria ver umas imagenszinhas de Kali, dos templos, essas coisas que têm a ver com um livro que eu ando trabalhando - não, não é pra monografia, é outra coisa.
Aí dei de cara com isso:



Não é lindinho?
Kali nunca me pareceu tão simpática quanto transformada em toy arte. Eu acho bem bonitinho, mas a compulsão por livros novos e sapatos nunca me permitiu comprar um bichinho desses pra mim.
O moço fez uma série desses bichos e vende lá no site dele.
Virou sonho de cosumo.
Quando eu ganhar na Mega Sena...
(Não porque seja caro, só porque aí eu vou poder dividir obsessões.)
Ainda baixei um wallpaper de Ganesha.
Se não ajuda, duvido que atrapalhe. ;)

sábado, maio 8

Coelhinhos de poeira

Mãe: Produto Subvalorizado

Hoje foi um dia em que meu "programa com criança" foi muito pouco louvável.
Entre arrumar a casa, limpar vidros, etc,etc,etc, só nos sobrou tempo para ir tomar sorvete no shopping - eu tomei aqueles negócios de iogurte congelado. E olha que eu nem limpei tudo!
É que eu acho o fim criança dentro de casa no fim de semana grudada na televisão, mas era isso ou ser devorada pelos coelhinhos de poeira muito em breve.
Enfim, o shopping estava lotado.
Entupido.
Amanhã é Dia das Mães.
Por enquanto, enquanto mãe, tanto faz como tanto fez ser Dia das Mães ou não.
Dia das Mães é uma coisa que a gente usa quando o filho vira adolescente pro resto da vida como desculpa para que, pelo menos uma vez por ano, ele seja obrigado a ficar grudado em você um dia inteiro e trazer pelo menos um vasinho de viletas com ele.
Aí sim, a coisa vai ficar interessante!
Por enquanto...
Mas não pude deixar de me sentir um pouco chateada com aquele movimento todo.
Se fosse Natal, Páscoa, Dia dos Namorados a maior parte das pessoas, a essa altura do campeonato já teria providenciado um presente.
Mas mãe é um ser subvalorizado.
As pessoas deixam pra comprar o presente daquela moça que se entregou de corpo, mente e alma, no sentido literal da coisa, na véspera!
Fui para a casa da minha, que aliás, já está com presente garantido há duas semanas e devidamente escondido dentro do meu armário, fato que me dá toda a autoridade para reclamar da relapsidade alheia, muito cabisbaixa...
Na volta no Metrô, não bastassem meus pés doerem e implorarem pelo gelzinho para pés cansados, dois rapagões de uns 20 anos do meu lado debatiam o assunto.
Eram sete da noite.
Um dizia que estava indo ao shopping comprar o presente de sua pobre genitora, o outro dizia que não ia comprar nada, "só umas rosas".
Facada no meu coração de mãe!
Tive muita vontade de me intrometer.
Mas, fiquei na minha, vim pra cá escrever, estudar e lamentar que as pessoas achem que a gente tem tão pouca importância na vida delas...

P.S.- Aliás, minha mãe veio com o argumento de que filhos deveriam ganhar presentes também, porque se não fosse por eles, nós não seríamos mães. Achei tão lógico que estou morrendo de culpa de não dar algo à pequena amanhã.

sexta-feira, maio 7

Pra ser bonita tem que sofrer

Eu tenho certeza de que alguém no mundo já percebeu tudo o que eu vou dizer, mas, pra mim, a ficha foi cair só essa semana.
Primeiro eu estava na academia.
Eu sou uma daquelas pessoas que geme e bufa enquanto faz exercício.
Aí vem a professora:
"Que houve?"
"Nada. Tá doendo só."
"Ah, mas isso é bom!!! Quer dizer que está fazendo efeito!!!"
Uhmmmmm...

Depois eu estava sendo massageada vigorosamente por uma moça com metade do meu tamanho e circunferência.
"Ficou toda vermelha!!!"
"É? Fiquei?"
"Ficou! Mas isso é bom!!! Sinal de que está funcionando!!!"
Uhmmmm...

E, no meio disso tudo eu começo a perceber que, por mais que meu novo cardápio exija que eu coma em intervalos regulares e mais do que eu normalmente comeria, a fome tem sido minha amigona, super presente.

Sim, eu já fiz um milhão novecentas e vinte dietas, mas, pela primeira vez, realmente compreendi todo o sadismo e masoquismo que envolvem a máxima:
Pra ser bonita tem que sofrer.

quinta-feira, maio 6

Quiz

O Ponto Alto do meu dia foi uma vitamina com leite, beterraba e outras coisas não identificadas.
Estou morrendo de culpa por ter tomado uma xícara de capuccino light.
A previsão é que fique no frango com salada - sem variações - até sábado pelo menos.
Eu comprei uma luva de musculação, saí usando ela na rua e ainda levei uma garrafinha d'água.
Não vou beber nem uma gota de álcool pelas próximas 6 semanas.

O que a gente pode tirar disso?
a) Fui abduzida por seres muito, mas muito malvados;
b) A idade é uma merda;
c) Vai ser um período muito punk...

quarta-feira, maio 5

Hoje é dia de jogo...

...Pra não perder o hábito e porque eu tive uma recaída essa semana:
Flamenguista é um bando de pobre mesmo...
Eca...

Vem cá, dei licença?

Era uma pausa forçada.
De 20 minutinhos pra ler, dormir e descansar um pouquinho do já tão longo dia.
Cortesia do povo do escritório, que anda viciado numa piada que agora já virou velha e sem graça - toda vez que eu resolvo começar a trabalhar mais cedo para me adiantar e sair mais cedo para resolver outras coisas, eles me deixam de molho, ociosa, por algumas horas, avacalhando com os meus planos.
Enfim...
Toca o telefone.
Silêncio.
Depois do segundo "Alô", quando eu me toquei que era telemarketing...

- Alô, boa tarde!!!
- Boa tarde...
- A Dona Renata, por favor?
- É ela.
- Oi, Dona Renata, é a Marília da Editora Globo!!! Tudo bem?!? Está podendo falar ou está ocupada?!?
(E, não, eu não estou de sacanagem, Marília, minha amigona, exclamava a cada frase, contentíssima com seu emprego.)
- Tô ocupada.
- Ah, então eu ligo de noite, ok?!?

Eu desliguei o telefone estupefata.
Só faltou a mulher me chamar de Rê.
E eu pensando desde quando eu tinha essas intimidades com Marília, se eu tinha enviado um currículo, se ela tinha sido minha colega de jardim... Desde quando as pessoas têm essa intimidade comigo, caramba?

Semana passada, fiquei às turras com um livreiro muito mal educado que só foi me dizer que não tinha meu livro depois que eu efetuei o depósito. Foi uma animada troca de ofensas ao longo da semana.
Até que chegou um e-mail dizendo que eu não devia ficar preocupada que "ninguém ali queria meu dinheiro, não"!!!
Cara.
Pára.
Rebobina.
Que diabo de intimidade é essa com um potencial cliente?!?
Obviamente, descasquei o sujeito.
Que me pediu desculpas, mas, como é meu amigão, não depositou meu dinheiro de volta até agora - o que quer dizer que a gente ainda vai ter embates violentos pela frente.

Aí enquanto eu pensava nessas coisas, tinha um raio de um mosquitinho me voando.
E eu espantando.
E ele voando.
Escapando intrépido de todas as palmadas que eu dava no ar.
Aí eu fiz um filme novo pra Disney, imaginando aquele mosquitinho e sua mãe mosquitinha ensinando pra ele que se ele quisesse ser um mosquitão bonitão, ele ia ter que correr atrás daquele monumento de carne que circulava pela área deles e morder ela bastante. Claro que o mosquitinho sendo o herói do filme, conseguiu dar umas mordidas, enfrentou os perigos das mãos assassinas em voadas intrépidas e arriscadas. E não morreu!
Foi ovacionado pela Comunidade!
The end.
Aí eu pergunto: dei licença?
Que diabo de intimidade toda é essa, meu Deus...?

terça-feira, maio 4

Alegria de pobre

Saí de casa antes das 7 da manhã.
Voltei toda felizinha, cheia de sensação de ver cumprido e...
Roubaram meu jornal, meu tapete tinha sumido e a internet tava fora do ar!
Infelicidade desse povo, que me pegou na tpm...

sábado, maio 1

I'm going out tonight

I'm feelin' alright
gonna let it all hang out
Wanna make some noise
really raise my voice
Yeah, I wanna scream and shout
No inhibitions, make no conditions
get a little, outta line
Ain't gonna act, politically correct
I only wanna have a good time


Best thing about being a woman
Is the prerogative to have a little fun
and...


Oh, oh, oh, go totally crazy
forget I'm a lady
Men's shirts, short skirts
Oh, oh, oh, really go wild, yeah!
doin' it in style
Oh, oh, oh, get in the action
feel the attraction
color my hair, do what I dare
Oh, oh, oh, I wanna be free
yeah! to feel the way I feel
Man! I feel like a woman!
The girls need a break
tonight we're gonna take
The chance to get out on the town
We don't need romance
we only wanna dance
we're gonna let our hair hang down


Best thing about being a woman
Is the prerogative to have a little fun
and...
Oh, oh, oh, go totally crazy
forget I'm a lady
Men's shirts, short skirts
Oh, oh, oh, really go wild, yeah!
doin' it in style
Oh, oh, oh, get in the action
feel the attraction
color my hair, do what I dare
Oh, oh, oh, I wanna be free
yeah! to feel the way I feel
Man! I feel like a woman!


Best thing about being a woman
Is the prerogative to have a little fun
Fun!
Oh, oh, oh, go totally crazy
forget I'm a lady
Men's shirts, short skirts
Oh, oh, oh, really go wild, yeah!
doin' it in style
Oh, oh, oh, get in the action
feel the attraction
color my hair, do what I dare
Oh, oh, oh, I wanna be free
yeah! to feel the way I feel
Man! I feel like a woman!


I get totally crazy
Can you feel it
Come, come, come on baby
I feel like a woman

sexta-feira, abril 30

...E olha que eu nem tava pensando em todos os aspectos que isso engloba...
Só uma coisa continua amarrada, mas o resto facilmente se encaixa na imagem abaixo.

NEXT!

terça-feira, abril 27

CHEGOOOO-OOOOO-OOOUUUU!!!

Hoje foi dia de Orientação

fome


fo.me

sf (lat fame) 1 Sensação causada pela necessidade de comer. 2 Falta, míngua de víveres. 3 Miséria, penúria. 4 Avidez, sofreguidão, desejo insaciável. F. canina: doença caracterizada por um apetite devorador; bulimia. Cara de fome: cara chupada, magra e pálida. Juntar a fome com a vontade de comer: juntarem-se dois interessados na mesma coisa e agirem de parceria. Varado de fome: com a barriga no fundo.



&
 
desespero


de.ses.pe.ro

(ê) sm (der regressiva de desesperar) 1 Ato ou efeito de desesperar; desesperação, desesperança. 2 Aflição, angústia, ânsia. 3 Ódio, cólera. 4 Contrariedade, desprazer, aborrecimento. 5 Coisa insuportável ou que faz desesperar. D.-dos-pintores: planta saxifragácea (Saxifraga umbrosa).



na
 
Terra


Ter.ra

sf (lat terra) 1 O planeta em que habitamos. 2 A parte sólida desse planeta, não ocupada pelo mar. 3 A superfície da parte sólida do mesmo planeta, onde crescem os vegetais. 4 Solo, chão. 5 Terra solta, pó, poeira. 6 Lugar ou localidade onde se nasceu ou onde se habita. 7 Povoação, localidade, cidade, vila ou aldeia. 8 Campo, terreno, planície. 9 Domínio, propriedade, fazenda, herdade. 10 Trato de território nacional ou estranho. 11 Escult Argila de que se servem os escultores para os seus trabalhos; barro. 12 Prédio rústico, especialmente não sendo murado. 13 Cemitério. 14 Os habitantes do nosso planeta. 15 Os habitantes de uma dada povoação. 16 O mundo, a vida temporal. 17 Pátria. 18 Região. 19 Eletr Ponto de contato de um circuito com a terra. 20 Armação metálica de um aparelho de rádio. interj Grito dos marinheiros ao avistarem terra. T. alheia: os países estrangeiros. T. amarga, Farm: carbonato de magnésio. T. animal, Farm: fosfato tricálcico. T. apurada: terra roxa muito fértil. T. arável: terra que se compõe, essencialmente, de areia, argila e calcário com uma parte de matéria orgânica. T. caída: terras que se desmoronam, à margem do rio Amazonas, em virtude das enchentes. T.-cozida: o mesmo que terracota. T. da Promissão: a) a terra de Canaã, prometida por Deus a Abraão e a seus descendentes; b) a bem-aventurança, o paraíso; c) qualquer felicidade que se deseja. T. da verdade: a) a sepultura; b) a vida futura. T. de infusórios: V trípole. T. de ninguém: espaço entre duas trincheiras inimigas, não dominado por nenhuma delas. T. de noruega: a terra fresca e úmida de encosta de montanha que quase não recebe o sol. T. de planta: terra própria e destinada para a agricultura. T. de regadio: a que é própria para ser regada. T. de Sevilha: espécie de caparrosa, que se emprega para tingir de preto. T. de Siena: espécie de ocre que apresenta todos os matizes entre o amarelo e o vermelho; hipoxantita. T. de urze: terriço que as folhas caídas formam sobre as urzes e outros arbustos e é próprio para adubo. T. dos pés juntos: o cemitério. T. favada: nome dado no Piauí à terra fofa e frouxa. T. fina: mistura de quatro partes de argila e uma de estrume de cavalo, reduzida a massa líquida por meio de uma maceração de alguns dias. T. firme: a) a parte sólida do globo; b) promontório de argila vermelha, acima do nível das inundações dos rios; c) denominação dada na Amazônia à porção elevada do terreno aonde não chegam as inundações. T. forte: mistura de duas partes de argila e uma de estrume de cavalo. T. fóssil: o mesmo que terra de infusórios. T. franca: terra barrenta; terreno argiloso, amarelado e gordo. T. fresca: terreno molhado ou úmido, ordinariamente à margem dos rios e açudes. T. fria: a sepultura. T. galega: terra de má qualidade, de charneca. T. gorda: terra forte, tenaz, úmida. T.-inglesa: nome vulgar do cimento. T.-japônica: substância seca e friável, resultante da decocção do pau-ferro, e que tem muita aplicação na medicina, pintura etc. T. natal: terra onde se nasceu. T.-nova: grande cão originário da Terra Nova, de pêlo longo e sedoso e pés palmados. T. ordinária: mistura de quatro partes de argila, duas de areia e uma de estrume de cavalo. T. pastoral: pastagem, pradaria. T. pelada: terreno em que não há pasto. T. preta: terreno onde se encontram fragmentos de cerâmica indígena e no qual deve ter havido um aldeamento silvícola. T. prometida: o mesmo que terra da promissão. T. realenga: terra do apanágio da coroa; reguengo. T. refratária: argila que resiste ao fogo e que só funde a temperaturas elevadíssimas. T. roçada: a que está livre do mato graças à queima. T. roxa: terreno vermelho-escuro, resultante da decomposição de lençóis de rochas efusivas basálticas, notável pela sua fertilidade. T. safada: terreno esgotado, que já nada produz. T. Santa: a Palestina. T. antárticas: as que estão situadas na zona glacial do sul. T. devolutas: aquelas que se encontram sob domínio público, sem que tenham uso específico ou sejam objeto de concessão. T. grandes (entre os sertanejos): as terras longínquas, o litoral desconhecido, o resto do mundo. T. sigilada: espécie de terra argilosa a que os antigos atribuíam propriedades medicinais. T. silícea: o mesmo que terra de infusórios. T. sobreposta: terra transportada pelas aluviões e crescentes dos rios e que se dispõe por camadas em diversas partes, formando os nateiros. T. raras: nome genérico de uma série de óxidos básicos, química e fisicamente muito semelhantes entre si dos elementos de números atômicos 58 a 71 (cério, prasiodímio, neodímio, promécio, samário, európio, gadolínio, térbio, disprósio, hélmio, érbio, túlio, itérbio e lutécio). A fonte de preparação industrial das terras raras é a areia monazítica. T. vegetal: o mesmo que humo. T. virgem: terra que nunca foi cultivada ou lavrada. A boa terra: a Bahia. A terra da luz: o Ceará. Assim chamado por Patrocínio por ter sido a primeira província a libertar os escravos. Chegar à terra: aproximar o navio do cais ou da costa. Comer terra: comer da banda podre, comer fogo, viver com dificuldades e amargura. Correr terras: correr mundo; peregrinar, viajar. Dar com o nariz em terra: cair com a face no chão, cair de bruços. Dar um corpo à terra: enterrá-lo. Da terra: do nosso país. Debaixo da terra: a) na parte subjacente ao nível do solo; b) na sepultura. Deitar por terra: destruir, arruinar. Descer à terra: ser sepultado, baixar à sepultura. Ficar sobre a terra: viver, existir. Ir ou vir a terra: desembarcar. Largar terra para as favas: fugir. Meter (alguém) pela terra dentro: contundi-lo com palavras veementes ou com raciocínios vigorosos; fazê-lo embatucar. Meter terra em meio: ausentar-se, fugir. Meter ou pôr terra na: plantar, semear. Meter-se ou entrar muito pela terra dentro: a) penetrar terras distanciando-se da costa, litoral ou local habitado; b) adiantar-se, ou arriscar-se demasiadamente, exceder-se muito. Não ser da terra: ter excepcionais qualidades de inteligência ou de coração. Para a terra: voz de comando para que o navio se dirija à costa próxima. Pôr em terra: fazer desembarcar. Pôr, deitar ou lançar por terra: deitar ao chão, derribar, fazer cair; deprimir, desacreditar, detrair. Pôr o joelho ou os joelhos em terra: ajoelhar-se com um só ou com ambos os joelhos. Pôr pé em terra: a) desembarcar, sair da água; b) apear-se, descer do cavalo ou de um veículo. Por terra: por via terrestre (por oposição a via fluvial, marítima ou aérea). Que a terra lhe seja leve: palavras que se dizem aos mortos. Ser terra: ser mortal. Terra a terra: junto da costa, sem perder de vista a terra, costeando. Terra terra: o mesmo que terra a terra.
 
do
 
medo1


me.do1

(é) adj (lat medu) Que pertence ou se refere à Média. adj+sm Habitante ou natural da Média.



medo2

me.do2

(é) sm (cast médano) Monte de areias acumuladas pelo vento à beira-mar; duna.



medo3

me.do3

(ê) sm (lat metu) 1 Perturbação resultante da idéia de um perigo real ou aparente ou da presença de alguma coisa estranha ou perigosa; pavor, susto, terror. 2 Apreensão. 3 Receio de ofender, de causar algum mal, de ser desagradável. sm pl Gestos ou visagens que causam susto.

segunda-feira, abril 26

Descobri!

Foi o vizinho-que-cospe-no-corredor.
Mas ele se mudou.
Levou de souvenir.

O medroso do porteiro me contou.
Eu disse que vou comprar um novo e colar com super bonder na porta.
Ele sorriu amarelo.
Pelo menos não foi macumba.
Eu disse que isso era coisa de gente pouco civilizada...

domingo, abril 25

Que ódio, que nojo, que droga!!!

Mulher é um bicho que nasce com condições pré-existentes.
E, quando elas não pré-existem, a mãe faz o favor de passar adiante a doença.
Assim sendo, putaquepariu, eu odeio baratas.

Eu não sei se é a meleca do calor, que voltou a atacar, ou se tem alguma coisa acontecendo lá fora, mas, esta semana recebi a visita de dois seres voadores - daqueles enormes, nojentos, bisonhos.

O primeiro, eu espantei aos berros.
O segundo estava aqui, voando feliz quando eu entrei para perguntar à Olívia se ela queria mais uma torrada.
Aí perdi toda a compustura, saí gritando feito uma louca, seguida de uma criança que gritava também feito uma mini louca, dei graças a Deus por ter comprado uma lata nova - embalagem econômica com 180ml a mais - de veneno e despejei em cima do dinossauro.
Foram os dois minutos mais longos do meu dia.

Eu tenho certeza de que o bicho morreu, o problema é que eu não achei o cadáver.
Preciso do cadáver.
Preciso comprovar o fato e parar de achar que ela vai ressurgir das cinzas feito um zumbi comedor de cérebros.

Arrastei a cama, arrastei colchão, cavuquei caixas - droga, porquê a gente tem sempre caixas e móveis e coisas encostadas nas paredes?
E nada!

Fico profundamente revoltada com essas invasões.

Eu não gosto de insetos (e artrópodes e aracnídeos e qualquer outra coisa munida de exoesqueleto), tento não matar, mas eles insistem invadir meus espaços - minha varanda, meu quarto, meu escritório, meu, meu, meu!!!
Vai voar lá fora, pomba, e me deixa em paz!!!
É domingo, né?
Mais um começo pouco auspicioso de semana...
Porque agora eu não vou sossegar enquanto não achar o cadáver envenenado - vou trabalhar a semana toda com nojo dos arredores, trancando as janelas quando a noite chegar, o que vai deixar a casa bastante quentinha, e sabendo que eu só vou ter tempo de arrastar o mundo lá pra quinta, sexta-feira.
Cara, que ódio, que nojo, que droga!!!

Depois o povo não entende quando eu digo que não gosto muito das Pessoas

Já era a segunda vez que a gente saía para dar um pulo no mercado.
O dia era de um sol escaldante, mas nós íamos ficar em casa porque eu precisava monografar (toda vez que escrevo/ digo isso me sinto como uma espécie de Chica Xavier).
A segunda saída foi por conta da abelha junkie - já falei dela? Ela voltou e anda fazendo do meu café da manhã um verdadeiro inferno. Cabacommeudia!
Tinha acabado de voltar com o veneno da nossa Christiane Bee quando eu percebi: tava faltando um pedaço da minha porta.
Mais especificamente falando, meu Ba Gua.
Pra você pode parecer besteira, mas eu tenho alguns amuletinhos espalhados pela casa. Os que eu não ganho, demoro um bom tempo namorando e escolhendo. Esse era um da segunda categoria. E era um elemento decorativo que me dava uma certa segurança - ele estava lá no lugar dele para barrar todo Mal que tentasse entrar nessa casa.
Mas não hoje.
Hoje só o que está lá minha porta é a marca de que um dia ele já esteve ali.
Alguém levou embora.
Será que foi o entregador do jornal que não vai com meu focinho?
O vizinho que cospe no corredor mas que eu ainda não sei se já se mudou?
Algum outro personagem dos filmes do Polanski?
Alguém que levou pra fazer macumba?
(Ai, caramba!)
Ou só alguém que vinha passando, achou bonito e resolveu levar de lembrança?
Não sei.
Duvido que algum dia saiba.
Mas achei muito pouco civilizado.

quinta-feira, abril 22

Podem me chamar e me pedir e me rogar



E podem mesmo falar mal


Ficar de mal que não faz mal


Podem preparar milhões de festas ao luar


Que eu não vou ir, melhor nem pedir


Eu não vou ir, não quero ir






E também podem me obrigar


Até sorrir, até chorar


E podem mesmo imaginar o que melhor lhes parecer


Podem espalhar que eu estou cansado de viver


E que é uma pena para quem me conheceu


Eu sou mais você e eu


Podem me chamar e me pedir e me rogar


E podem mesmo falar mal


Ficar de mal que não faz mal


Podem preparar milhões de festas ao luar


Que eu não vou ir, melhor nem pedir


Eu não vou ir, não quero ir






E também podem me obrigar


Até sorrir, até chorar


E podem mesmo imaginar o que melhor lhes parecer


Podem espalhar que eu estou cansado de viver


E que é uma pena para quem me conheceu

terça-feira, abril 20

segunda-feira, abril 19

Mas...

Mesmo me esborrachando de trabalhar, ainda expulsando alguns aliens do meu corpo e tomando um susto um pouco grande, o fim de semana teve lá seus maravilhosos momentos. :) 
Agora, com licença que eu vou ali me aninhar com uma coisa incrível que eu deixei dormir na minha cama hoje...